sexta-feira, 30 de julho de 2010

Passo a passo



Aos 10 min Robinho faz 1 x 0 contra a Holanda

Aos 53 min Sneijder empata. Bra 1 x 1 Hol

Aos 68 min Sneijder vira. Bra 1 x 2 Hol

Aos 73 Felipe Melo ferra tudo e é expulso...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Trate seu notebook com cuidado

Qualquer computador exige cuidados. Notebooks merecem atenção ainda maior. Algumas preocupações são óbvias, como a maneira de transportá-lo. Uma eventual queda pode deixar o equipamento fora de uso, com a danificação de partes como o HD, a tela ou o teclado. Mas a maneira como você usa ou limpa o PC portátil também pode ser determinante para sua sobrevida. Confira, a seguir, algumas recomendações básicas para a manutenção do seu equipamento.



Atenção para a tela

A tela é o item maior e mais caro dos laptops. Evite tocá-la com os dedos. A pressão pode danificar pixels da área. Se a máquina tem display sensível ao toque, tome o cuidado de lavar bem as mãos antes de usá-la. A tela dos portáteis pode aceitar toque manual, não pó e gordura, que podem danificá-la.

Limpeza a seco

Cuidado com produtos de limpeza: nada de sabão, álcool, detergentes e similares. Eles podem manchar e descolorir partes da tela. Para limpar computadores, use um pano macio, desses que não soltam pelos. Chumaços de algodão podem ser outra alternativa. O pano e o algodão podem ser umedecidos.

Limpeza Úmida

Mas umedecidos com o quê? O produto recomendado é o álcool isopropílico, que pode ser adquirido em lojas de informática e farmácias de manipulação. Atenção: o álcool comum – álcool etílico – pode causar danos ao equipamento. Repetindo: use somente o álcool isopropílico. Mas não o aplique diretamente sobre o display. Coloque o líquido no pano ou algodão e então limpe a tela.

Trato no teclado

Passemos ao teclado. Você pode usar o mesmo procedimento adotado na limpeza da tela para remover a sujeira da superfície das teclas e até do gabinete do micro. Se houver pó e outros resíduos acumulados sob as teclas, use uma escova ou um pincel macio para desalojá-los. Existem aspiradores de pó específicos para computadores. Mas, em geral, esses acessórios são caros e não têm potência suficiente para remover os resíduos.

Evite o aquecimento

Durante o uso, não obstrua as saídas de ar do equipamento. Trabalhe com o micro colocado numa área livre. A falta de refrigeração pode causar superaquecimento, que é nocivo para alguns componentes. Convém não usar o equipamento também sobre almofadas ou cobertores. Se seu equipamento aquece muito, use uma base com cooler.

Longe de líquidos

Deixe longe do portátil xícaras de café e copos de água ou refrigerante. Num computador de mesa, você pode perder somente o teclado. No notebook, tudo. Também não use o laptop como apoio de livros e outros objetos. O excesso de peso pode provocar o trincamento da tela.

Fonte

terça-feira, 20 de julho de 2010

Site recomendadíssimo

Para vocês que como eu, adoramos motos, este site é uma fonte de inspiração, dicas e informações.

http://www.motoa2.com.br/

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Imagens Inéditas do meu exame para tirar a Carteira de Moto




Clique aqui e assista...

ehehheh um dia eu fico assim...

Postura na pilotagem

Manter uma postura correta é essencial ao bom desempenho do motociclista. Tanto uma motocicleta grande como uma pequena, em relação ao seu porte físico, favorecem uma postura incorreta, ocasionando tensionamento dos músculos e acionamento inadequado dos comandos de pé e mão.



Para pilotar com uma postura correta, a cabeça deve estar levemente levantada, pois pilotar com a cabeça abaixada diminui a visibilidade. O condutor deve sempre estar com a sua visão o mais adiante possível, para aumentar a capacidade de reação.
Manter a coluna ereta evita a fadiga e problemas posteriores com a coluna vertebral. Mantenha a cabeça sobre os ombros, não permita que a sua cabeça fique posicionada para frente.

É importante também lembrar dos ombros. Se ficam relaxados, você não terá problemas ao pilotar. Caso fiquem tensos, encolhidos, automaticamente suas mãos também ficarão, e você não conseguirá pilotar bem e de forma correta. Braços relaxados funcionarão como molas, ajustando a distância do tronco ao guidão. Se os ombros não estiverem sendo forçados e os braços não estiverem dobrados demais, sua posição estará certa.
As mãos devem segurar o centro das manoplas, deixando cerca de um centímetro de cada lado. Isso fará com que o acionamento dos comandos seja mais suave.
Os cotovelos devem ficar ligeiramente dobrados para dentro, funcionando como uma mola.

A posição dos quadris também é importante. Ao se sentar na moto, procure ficar o mais próximo possível do tanque de combustível e mover o guidão para a direita e para a esquerda.

Os joelhos não devem ser esquecidos. Eles devem pressionar levemente o tanque de combustível. Com isso, será mais fácil movimentar a parte superior do corpo.
Os pés devem estar paralelos ao chão, apontados para a frente. Preferencialmente, a ponta do pé direito deve tocar a alavanca do freio dianteiro e a ponta do pé esquerdo, a alavanca do câmbio. No caso de pessoas em que a estatura elevada ou o tipo de motocicleta não permita esse procedimento, recomendamos que se apoie as pontas dos pés nas pedaleiras, deixando-os mais próximos dos comandos e numa posição segura.

Fonte

Transporte de passageiro na motocicleta

Dicas como a utilização de equipamentos e vestuário adequados e a adoção de uma postura correta na pilotagem não se aplicam somente ao piloto. O passageiro, ou garupa, também deve permanecer atento a uma série de detalhes fundamentais para a sua segurança e o bom desempenho do veículo.
As primeiras medidas devem ser tomadas antes mesmo de a motocicleta entrar em movimento. Em decorrência dascaracterísticas de cada modelo e suas diferentes reações ao peso extra do garupa, é preciso estar atento às recomendações sobre os limites constantes no Manual do Proprietário.

Também é importante que a motocicleta esteja com as revisões em dia, de forma a garantir a durabilidade de seus componentes e mais segurança aos usuários. O condutor e o passageiro devem usar os equipamentos de segurança. No caso de um passageiro inexperiente, é importante que o piloto reserve alguns minutos para destacar as peculiaridades da condução de uma motocicleta, o que poderá evitar possíveis reações bruscas durante a pilotagem.

Chegada a hora de trafegar nas ruas, é importante que o garupa ajuste os pés nas pedaleiras traseiras assim que subir no veículo e se mantenha o mais próximo possível do condutor, com as duas pernas pressionando-o firmemente. Para manter a estabilidade do veículo durante a pilotagem, o passageiro tem de permanecer com seu ângulo de visão ao lado da cabeça do piloto, de forma que possa se antecipar às manobras e acompanhar os principais movimentos – inclusive as inclinações necessárias durante as curvas. Na frenagem da motocicleta, quando o corpo do garupa é projetado para a frente, é necessário que ele pressione as pernas no quadril do piloto, para que este não sofra a transferência de peso para os braços e perca o equilíbrio. Quando a motocicleta parar, o passageiro deve manter os pés nas pedaleiras traseiras avisando o piloto de que já está pronto para saltar. O passageiro deve descer primeiro, sempre pelo lado esquerdo da moto.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dicas para Viagem de Moto


Na estrada, a moto funciona como uma espécie de antídoto contra o estresse, preparando o espírito e o corpo para a temporada de férias. Afinal, depois de um ano de muita labuta, nada melhor do que um período de descanso para recarregar as baterias. Porém, para que a receita não desande e o estresse aumente, é necessário seguir uma cartilha simples, com revisão na moto, no piloto e garupa, na documentação, além de verificar mapas e as condições das estradas.

Seja qual for o destino, consulte as distâncias entre as cidades, a rede de concessionárias do roteiro, praças de pedágio, postos da Polícia Rodoviária e eventuais atrações turísticas do percurso. Respeite a sinalização e pilote de forma defensiva e atenta.

Cartilha do viajante

Documentação

A viagem começa longe das estradas, checando com antecedência a situação legal da moto e do piloto. Impostos, taxas, licenciamento e a validade da carteira de habilitação têm que estar em dia.

Atitude

Encarar as estradas exige uma postura atenta e apropriada. Pilote defensivamente, não consuma álcool e alimentação pesada. Pare a cada duas horas para descansar e alongar. """Mantenha distância dos outros veículos""" e estabeleça uma política de boa vizinhança com os caminhoneiros.

Segurança

O capacete (inclusive do garupa) deve estar com viseira limpa, dentro do prazo de validade e com selo do Inmetro. O vestuário, composto por luvas, calças e casaco, deve ser resistente e de preferência claro. Para os pés, dê preferência aos calçados de cano alto, como as botas.

Bagagens

Já que as motos não têm porta-malas, arrume a bagagem de forma que não comprometa o conforto nem prejudique a estabilidade, levando só o essencial. Se houver excessos, tente arrumar a tralha o mais baixo possível, para não elevar o centro de gravidade. Alforjes impermeáveis podem ajudar. Dinheiro trocado e documentação devem estar à mão.

Garupa

O passageiro deve inclinar junto com o piloto nas curvas para não comprometer a estabilidade. O farol da moto deve ser regulado mais para baixo (se for trafegar de noite), para focar a estrada.

Chuva

Nesta época do ano, as chances de pegar chuva aumentam. Com piso molhado, reduza a velocidade e aumente a distância em relação ao veículo da frente. Siga o rastro dos pneus da esquerda do veículo que está na frente, atento para a situação na dianteira.

Motor

Uma boa revisão mecânica é essencial, garantindo segurança e tranqüilidade para curtir o percurso e extrair todo o potencial da moto. Por prevenção, substitua a vela e o óleo do cárter. Se a moto for carburada e refrigerada a água, faça uma limpeza. Limpe ou troque também o filtro de ar.

Freios

Cheque o desgaste das pastilhas e do disco de freio. Verifique também o nível do fluido. Se a moto for equipada com freios a tambor, não vacile. Substitua as lonas se necessário.

Relação

Corrente, coroa e pinhão formam o kit de relação. Coroa e pinhão com dentes pontudos devem ser trocados. A corrente deve ser ajustada e lubrificada, assim como todos os cabos.

Socorro

Além das ferramentas da própria moto, por precaução inclua na bagagem velas, lâmpadas (farol e farolete), fusíveis, remendo químico de pneu, cabos, parafusos, porcas, um pedaço de arame, tiras de borracha e o celular para emergências.

Noite

Evite viajar à noite. Se for preciso, redobre os cuidados. A parte elétrica merece uma revisão detalhada, até para evitar multas. A fiação deve ser conferida e se tiver emendas, essas devem ser isoladas. As lâmpadas checadas e o foco do farol ajustado conforme o peso. Mesmo de dia, acenda o farol.

Pneus

Item fundamental para segurança e tranqüilidade. Os ‘sapatos’ da moto devem estar com no mínimo ‘meia-vida’, com todos os sulcos bem destacados. Com desgaste maior que isso, devem ser substituídos. Carecas, nem pensar. Para checar com exatidão, os pneus têm verificadores de desgaste. As calibragens corretas, indicadas no manual, devem ser obedecidas para as diferentes situações. Inclusive na chuva ou com mais peso e garupa.

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Novo Sonho de Consumo...



NXR 150 Bros Mix 2010

Desde janeiro a Honda só fabrica a versão Mix da versátil NXR 150 Bros. Até maio já foram emplacadas 73.649 unidades do modelo on/off-road. Os números colocam a Bros como a terceira moto mais vendida no Brasil, só perdendo para a linha CG (125 e 150cc). Disponível nas versões KS (partida a pedal e freio a tambor), ES (freio a tambor e partida elétrica) e a ESD (com partida elétrica e freio a disco), os preços da Bros variam entre R$ 7.890 e R$ 8.690.

Em 2009, a Bros 150 passou por uma grande reformulação. Do paralama à rabeta, passando pelo motor, que ganhou injeção eletrônica de combustível. Na dianteira, as linhas ficaram mais angulosas e a carenagem do farol também mudou. As aletas do tanque ganharam volume e contribuem para deixar a Bros 150 com cara de moto de maior capacidade cúbica. Da injeção até ganhar a tecnologia flex foram apenas alguns meses. Agora o modelo pode rodar só com gasolina, só com etanol, ou com os dois combustíveis misturados em qualquer proporção. A NXR 150 Bros Mix é a primeira da categoria on/off-road dotada do sistema flex fuel.

MOTOR E CONSUMO
O motor da Bros 150 Mix é um monocilíndrico de quatro tempos, com comando simples no cabeçote, 149,2 cm³ de capacidade e alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). Quando abastecida com álcool, segundo a Honda, a potência chega aos 14 cv a 8.000 rpm e o torque, a 1,53 kgfm a 6.000 rpm. Com gasolina, esses valores ficam em 13,8 cv de potência e 1,39 kgfm de torque. Mas na prática, no “acelerador”, é impossível sentir a diferença de potência e torque. Já no bolso...

Na primeira fase do teste de consumo de combustível, a Bros Mix rodou exclusivamente na cidade com gasolina (comum). Por 15 dias a moto encarou congestionamentos e as vias expressas da cidade de São Paulo. A Bros Mix obteve média de 30 km/l. Para encher o tanque de gasolina, o motociclista gasta pouco mais de R$ 27 e a moto pode percorrer cerca de 330 km. Antes de iniciarmos a segunda etapa do teste, esgotamos o tanque completamente e abastecemos com etanol. Exatos 11 litros (R$ 13,19). Nesta etapa colocamos a Bros Mix para rodar na estrada (rodovia dos Bandeirantes). Com velocidades entre 90 e 110 km/h, a moto cravou média de consumo de 20 km/l. A autonomia também caiu para 220 km.

Em função de sua agilidade e versatilidade, vale a pena ressaltar que a Bros 150 não é uma estradeira. Está mais para uma “CG rural”, já que conta com suspensões com maior curso, quadro de berço semiduplo e um visual mais agressivo. Porém compartilha praticamente o mesmo motor da CG 150 Titan.

IMPRESSÕES
Se no dia-a-dia a Bros esbanja agilidade, na rodovia falta torque e potência para superar os ônibus e caminhões. Em alguns momentos, o piloto pode tomar alguns sustos na estrada, já que tem que rodar o tempo inteiro com aceleração máxima. Muitas vezes até baixando uma marcha para tentar ganhar velocidade. Na chuva, atenção redobrada. Óleo na pista, deslocamento de ar e aquele spray que sobe quando a moto é ultrapassada pode ser um dos fatores determinantes para uma queda ou acidente.

Rodando por mais de uma hora ininterrupta sobre a Bros 150 Mix, o piloto sente-se cansado em função da adoção de espuma do assento muito dura. Para finalizar, o conjunto óptico poderia oferecer um feixe de luz mais forte, pois a lâmpada de 32 W é fraca.

Além do funcionamento uniforme e acelerações progressivas do motor, outro destaque fica por conta da injeção eletrônica de combustível. O sistema gerencia a partida a frio. Em nenhum momento da avaliação, seja abastecida com gasolina ou álcool, a Bros "pipocou" ou engasgou. Sempre pegou de primeira, mesmo no inverno paulistano. Claro que na primeira partida do dia era preciso acionar o botão do "start" por mais tempo, mas fazendo isso o motor acordava sem problemas.

Para entender as indicações no painel da Bros 150 Mix é preciso seguir as dicas do fabricante. Ou seja, quando as duas luzes (MIX e ALC) estiverem apagadas, significa que a partida é possível em qualquer temperatura. Se a MIX estiver acesa, o usuário deve abastecer sua motocicleta com um mínimo de dois litros de gasolina. Foi o que aconteceu quando a moto testada recebeu 100% de álcool. A luz MIX ficou acesa, mas em nenhum momento a Bros negou fogo.

Seguindo as recomendações da Honda, caso a ALC esteja acesa, é preciso adicionar pelo menos três litros de gasolina. Se, ao ligar a chave de ignição, a lâmpada ALC piscar, significa que a temperatura ambiente é baixa e que o teor de álcool no tanque é alto -- o que pode dificultar a partida. Em locais no qual a temperatura fica ambiente abaixo dos 15ºC, recomenda-se que o tanque da Bros Mix tenha no mínimo 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

CÁLCULO PARA A ECONOMIA
O álcool, apesar de ser mais barato, tem consumo pior e, consequentemente, acaba primeiro que a gasolina. Por isso, o preço do etanol na bomba de combustível tem que ser vantajoso para o consumidor, de até 70% do cobrado na gasolina. Calcular a diferença é simples: basta pegar o preço do litro da gasolina e multiplicar por 0,70. Por exemplo: se o litro custa R$ 2,50, só vale a pena abastecer com o álcool se estiver a R$ 1,75 ou menos (R$ 2,50 multiplicado por 0,70 é igual a R$ 1,75). Se o preço do litro do álcool superar R$ 1,76, é melhor escolher a gasolina.
Na capital paulista, vale a pena rodar com a Bros 150 Mix abastecida somente com etanol, já que o preço em muitos postos gira em torno de R$ 1,20.

Portanto, o combustível "verde" oferece maior economia no bolso do motociclista e menor emissão de poluentes na atmosfera em São Paulo. A única desvantagem é que a autonomia da moto diminui e o piloto tem de parar mais vezes para abastecer. (por Aldo Tizzani)

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O melhor time de todos os tempos



Posso ser um doido desvairado, mas prefiro perder jogando assim do que ganhar jogando como 1994.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

AS DIFERENÇAS



Se tiverem tempo, deem uma olhadinha aqui, no site do Olé argentino. Vejam como foram recebidos seus jogadores e seu técnico em Buenos Aires. Vieram em voo de carreira, não em avião fretado. Oito lugares na Executiva para a comissão técnica e a boleirada toda na Econômica.

Vejam o que é idolatria e devoção de verdade. E, sobretudo, admiração e respeito a alguém como Maradona.

Enquanto isso, como aconteceu em 2006, a seleção brasileira e seus comandantes, como gostam de se definir, voltaram ao Brasil escondidos. Recebidos por meia-dúzia de gatos pingados. Mais dispostos a uma vaia do que a um aplauso. No mais, indiferença total. E chegaram cheios de vergonha.



Vergonha de quê? De perder? Ora, a Argentina perdeu também. E tomou de quatro.

Mas eles não têm vergonha do futebol que jogam.

Essa seleção dúnguica tem. Não só do futebol jogado, mas de seu jeito besta de ser.



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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Ainda bem que não foi



Flávio Gomes disse:

Um time de jogadores não muito bons, com algumas exceções, dirigido por um técnico sem imaginação e em permanente estado de tensão e belicismo até poderia ir bem longe, porque o futebol brasileiro é forte e o time tinha lá suas qualidades defensivas e sua eficiência no ataque. E numa Copa, às vezes, isso é o suficiente, são apenas sete partidas.

Mas ainda bem que não foi. Seria a vitória da mediocridade. Do sem-graça, do que não nos cativa, do que não nos encanta.


Eu digo:

Eu vejo Copas desde 1982, de lá pra cá foram 8, neste período o Brasil foi 2 vezes campeão e uma vez vice.



Mesmo perdendo, a Seleção de 82 me encanta e não é superada por nenhuma outra. Alguns podem me considerar louco, mas Seleção Brasileira pra mim é diversão, arte e o resultado as vezes não importa, isso é culpa de Zico, Sócrates, Éder, Falcão, Júnior, Leandro e cia.

No meu entender, a Seleção Brasileira de 2010 fez um favor hoje ao futebol, ao ser eliminada da Copa.

Ainda bem que não foi...