domingo, 2 de outubro de 2016

Os sonhos movem o mundo

Tipos de sonhadores

 Todos nós devemos ter sonhos, ter ilusões e com isso movemos o mundo e definimos os rumos de nossas vidas e segundo Robert Kiyosaki, existem 5 tipos de sonhadores.

1 – Sonhadores que sonham com o passado
Pessoas que acreditam que suas maiores conquistam já se foram. Por isso, vivem presos no passado relembrando todas as experiências e as conquistas do passado, como o tempo da faculdade, lugar onde viveu a sua infância. São pessoas com dificuldade de falar sobre o futuro.
Essas pessoas vivem no passado e podem não estar mortas, mas é como se a vida tivesse acabado. Contudo, a única maneira dessas pessoas voltarem para a vida é reacendendo um sonho.
2 – Sonhadores que sonham pequeno
São aqueles que sonham pequeno, porque essa é a maneira de se sentirem confiantes de que vão alcançá-lo. No entanto, essas pessoas mesmo sabendo que podem concretizar os seus pequenos sonhos nunca tentam. Estes tipos de sonhadores preferem viver de forma medíocre a enfrentar os riscos e a emoção de que com grandeza.
E mais tarde, na vida costuma dizer “ sabe? Eu deveria ter feito isso anos atrás, mas nunca cheguei a fazê-lo”.
A solução é deixar os seus sonhos pequenos adormecidos, porque a maioria não vai a lugar nenhum.
3 – Sonhadores que alcançam um sonho, e então, vivem entediados
Aqueles que conseguiram realizar o seu sonho e que com o tempo sente aborrecido com a vida. Muitas pessoas trabalham no emprego com que sonhou quando ainda estavam no tempo de secundário e acabam por cansar e ter a necessidade de ter novos sonhos.
Sentindo tédio é sinal que está na hora de ter novo sonho e de empreender numa nova aventura.
4 – Sonhadores que sonham grande, mas, sem um plano sobre a forma de atingir seus sonhos, acabam sem nada
Pessoas que costumam dizer “ acabei de ter uma grande ideia”, contam sobre o seu novo plano e dizem que tudo vai ser diferente com essa nova ideia, ou ainda costumam dizer “ vou trabalhar mais para pagar as minhas contas e investir”. No entanto, sem um plano de realização sobre a forma como vai alcançar os seus sonhos acabam sem nada.
Estes tipos de sonhadores tentam sempre por conseguir muita coisa, mas tentam por contra própria.
Poucas pessoas realizam seus sonhos sozinhas. Por isso, a solução para estes tipos de sonhadores é continuar a pensar grande e procurar ajuda à pessoas com conhecimento e competência, a transformar seus sonhos em realidade.
5 – Sonhadores que sonham grande, alcançam esses sonhos e passam a sonhar ainda mais alto
Segundo o autor a maioria das pessoas gostariam de ser esse tipo de sonhador.
Pai Rico explicou – lhe que “ As grandes pessoas têm grandes sonhos, enquanto as pessoas medíocres têm sonhos pequenos. Por isso, se você quiser mudar, comece a mudar o tamanho de seu sonho.
O autor partilhou o tempo em que vivia na pobreza, vivendo no seu carro com a sua mulher e hoje são milionários e reconhecidos internacionalmente. Para ele ser pobre é um estado de espírito, pois uma pessoa pode estar a viver na pobreza e ainda ser rico em espírito, ambição, determinação e coragem. Não custa nada e dinheiro sonhar grande. Não importa se você no momento esteja vivendo na pobreza, a única maneira de se tornar pobre é desistir de seus sonhos.
Robert Kiyosaki exemplificou o negócio de marketing de rede como sendo o tipo de negócio que incentiva as pessoas a sonhar grande e a realizar seus grandes sonhos. Este negócio é composto por pessoas que querem realmente que as pessoas sonham grande e que lhe apoia através de formações.
Uma das coisas que acontece neste tipo de negócio é a mudança de mentalidade, de começar a pensar “eu posso” em vez de “ eu não posso “; Passar de ser escravo a ser livre” e principalmente sentir que está no comando da sua vida.
Saiba mais aqui da empresa de marketing de rede (Hinode). em que fazemos parte.

sábado, 24 de setembro de 2016

sábado, 11 de agosto de 2012

Colo de mãe


Colo deixa o bebê mal acostumado?
Pode-se dar colo sempre que a criança chorar?
O colo é um jeito inteligente que a natureza inventou de dar ao bebê conforto e amor, do mesmo jeitinho que era dentro do útero. É isso mesmo, quando seguramos um recém-nascido no colo, damos contenção, segurança, calor, e o bebê tem a possibilidade de ouvir bem de pertinho aquele som tão conhecido – o coração da mamãe.
Por isso ele pára de chorar.
O que caracteriza o nascimento de uma criança é o corte do cordão simbiótico, mãe para um lado, bebê para outro. Esse é o parto fisiológico.
Mas a mulher leva um tempo para lidar com isso, para entender que seu filho nasceu, durante algum tempo ainda sente falta da barriga e de estar grávida. Com o bebê é a mesma coisa: ele ainda não sabe que nasceu e leva de 3 a 4 meses para começar a entender que toda vez que chora, a mãe vem de fora para atendê-lo. Sua fantasia inicial é de que ele mesmo "resolve" todos os seus problemas: cada vez que chora, a fome, o frio e a dor vão embora .
Portanto, podemos abusar do colo durante os primeiros meses, até mesmo porque daqui a muito pouco tempo ele vai para o chão brincar e dificilmente retorna ao colo.
Mas segurar seu filho no colo exige técnica, não é de qualquer jeito. Ele precisa estar bem aconchegado, confortável, seguro, mas sem estar apertado, próximo a mãe. É importante que exista o contato olho no olho; o recém-nascido precisa ver a sua mãe, pois é para ela que vai sorrir pela primeira vez e é dela que vai receber seu sorriso de resposta, tão importante para estabelecer sua primeira forma de comunicação que vai determinar sua relação com as pessoas pelo resto da sua vida. Criança que sorri e não recebe o sorriso resposta da mãe, desiste...
Bebê que chora no berço está solicitando ajuda, não necessariamente quer colo, às vezes só uma palavra de conforto, uma mão amiga para tocá-lo....
Dar colo ao seu filho é dar amor. É ensinar a primeira e a mais importante forma de comunicação dos seres humanos: afeto.
Abraçar é aceitar, é uma forma de dizer o quanto ele é bem-vindo, amado e desejado .
Através do colo você pode plantar a semente de um mundo mais compreensivo e humano.
Clarice Skalkowicz Jreissati

O maior brasileiro de todos os tempos


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terça-feira, 5 de junho de 2012

Dicas para seu desenvolvimento humano

"Quando uma pessoa estiver agindo de modo autodestrutivo, em conflito, é preciso descobrir de que tipo de Carícia ela está precisando" Na sua luta diária pela sobrevivência, parece que é impossível viver bem com as pessoas que você ama. Ninguém dá atenção a ninguém.

Ninguém mais diz: “Puxa, como você é importante para mim”. E é aí que começam as carências, começam os conflitos.

No início de meu treinamento em Análise Transacional, tive a honra de aprender com um dos maiores especialistas da área: Cecílio Khermam. Certa vez, ele disse uma frase que ficou para sempre em minha memória: “Quando você não estiver entendendo o que está acontecendo com alguém, pense em termos de Carícias”. Assim:

• Um adolescente pode usar drogas como forma de dizer aos pais: “Preciso de sua atenção”.

• Uma jovem tem atos de rebeldia por talvez estar precisando de alguém que lhe diga: “Você é muito inteligente”.

• Um universitário que vive estressado para tirar a nota máxima pode estar sofrendo da necessidade de que alguém lhe fale: “Eu amo você independentemente da nota que você tirar”.

• Um chefe que para de falar com o subordinado pode estar dizendo: “Eu me sinto desvalorizado porque você está sempre atrasado”.

• Um funcionário exemplar que começa a atrasar pode estar dizendo: “Eu não me sinto importante aqui”.

• Uma pessoa que se tranca no quarto para ficar horas na internet pode estar totalmente incapaz de criar um vínculo afetivo pessoal.

• Um pessoa casada que busca sexo virtual em sites de relacionamento pode estar procurando a satisfação que não encontra em casa.

• Uma mulher linda que começa a ficar desleixada pode estar precisando ser vista como competente.

• Um marido que perde o desejo pela esposa pode estar dizendo que não se sente mais amado.

• Uma mãe com crise de alergia sem uma causa aparente pode estar dizendo que sente falta de carinho.

Quando alguém, em qualquer lugar, tiver um comportamento que não faz parte do seu jeito de ser, pode estar falando bem alto: “Preciso me sentir importante para você!”. Se fala alto e não é ouvido, começa a gritar. Se não recebe nada em troca, fica afônico. Tudo isso para chamar a atenção e pedir a sua atenção e o seu reconhecimento.

O corpo perde o viço, o olhar perde o brilho. A pessoa não consegue se sentir importante para quem ama ou quem considera importante e admira.

Quando uma pessoa estiver agindo de modo autodestrutivo, em conflito, é preciso descobrir de que tipo de Carícia ela está precisando.
A Carícia certa para ela será a sua Carícia Essencial.

Descobrir e dar a Carícia Essencial de que esse indivíduo precisa é a melhor maneira de esvaziar o comportamento distorcido dele, fazer com que ele volte ao eixo. E, sem dúvida, é a melhor maneira de ajudá-lo.

Essa orientação do meu professor me ajudou demais a ajudar muita gente. Vejo que neste mundo de cobranças desumanas as pessoas precisam, mais do que nunca, se sentir importantes e reconhecidas naquilo que fazem de melhor.

Quando esses sintomas aparecem, é hora de você agir, de sair do próprio umbigo e olhar para o outro com generosidade, e descobrir como você pode ajudá-lo a ser feliz.

Neste mundo, está fácil dar todo tipo de presente, do eletrônico que o filho pede a rosas para a mulher que se quer conquistar. O que não se encontra facilmente é alguém que nos ajude a nos sentirmos especiais.

E você pode ser essa pessoa na sua família, no seu trabalho, na sua roda de amigos. Você pode fazer a diferença e viver bem com aqueles que ama, com as pessoas que são realmente importantes para você.

Pense sobre!

Roberto Shinyashiki

Fonte